Anthony precisa de apoio para as primeiras cirurgias, a válvula indicada e o acompanhamento necessário.
Anthony tem 11 meses e vive com a família no sítio Macajuba, zona rural de Viçosa do Ceará. Ele nasceu com Síndrome de Apert e, no caso dele, o crânio se formou no formato em trevo. Depois do parto, passou dois meses e três dias na UTI; hoje usa sonda no estômago e bolsa de colostomia.
As consultas, exames e trocas de sonda levam Denise de ônibus até Fortaleza, numa viagem de cinco a seis horas. À noite, ela fecha com a própria mão a pálpebra esquerda do filho, que não fecha sozinha. Anthony também enfrenta uma rotina em que uma gripe simples pode se tornar uma emergência respiratória.
Os médicos indicaram primeiro uma válvula para drenar o líquido acumulado e, depois, a remodelação do crânio para dar espaço ao cérebro e aliviar a pressão. A família vive da agricultura e de diárias; depois de uma consulta em que ouviu o custo das cirurgias, Denise conta: “Não tinha dinheiro nem para voltar para casa.”
Anthony já passou do tempo em que a família esperava realizar essa etapa. A rede de apoio pode ajudar a viabilizar a válvula, a cirurgia do crânio e os cuidados desse caminho.
Enquanto busca os procedimentos, Anthony continua aprendendo a fazer sons, tentando virar sozinho e sorrindo nas chamadas de vídeo com as irmãs. Doe para apoiar as primeiras cirurgias; compartilhar esta página também ajuda a levar a história dele mais longe.
Sua doação é destinada ao apoio da campanha de Anthony,
acompanhada de prestação de contas transparente.